15/05/2026 17h00

Escola de Guarapari promove ação antirracista junto com estudantes

A Escola Estadual de Ensino Médio (EEEM) Doutor Silva Mello, localizada em Guarapari, realizou uma roda de conversa sobre racismo e o papel da escola diante de práticas discriminatórias. A ação reuniu estudantes e professores para mediar debates sobre relações étnico-raciais e convivência no ambiente escolar.

O projeto, intitulado “Roda de Conversa – Racismo é Crime: Como a Escola Deve Agir?”, foi desenvolvido pela professora de História Maurizete Pimentel Loureiro Duarte, em parceria com os estudantes Adrian Menezes Nascimento, da 3ª série do Ensino Médio Integral em Programação Audiovisual, e Mayelli da Vitória Abreu, da 2ª série do Ensino Médio em Linguagens.

A atividade ocorreu na quarta-feira (13), data voltada à reflexão sobre a luta da população negra no Brasil e os desafios históricos relacionados à desigualdade racial.

A ação foi desenvolvida a partir de uma missão proposta pela Secretaria da Educação (Sedu) aos alunos líderes de turma, incentivando o protagonismo juvenil na construção de práticas antirracistas no ambiente escolar. Com orientação pedagógica e participação ativa dos estudantes, o projeto promoveu debates sobre atitudes discriminatórias, direitos humanos, empatia e o papel da escola diante de situações de racismo.

Segundo os organizadores, a roda de conversa proporcionou um espaço de escuta ativa, troca de experiências e aprendizado coletivo, contribuindo para o fortalecimento do pensamento crítico, da consciência social e do diálogo sobre relações étnico-raciais na escola. O protagonismo estudantil também foi destacado como um dos diferenciais da iniciativa.

A professora Maurizete afirmou: “Realizar essa roda de conversa foi uma experiência extremamente significativa para toda a comunidade escolar. Ver os alunos participando, refletindo e se posicionando contra o racismo mostra que a educação tem um papel essencial na transformação da sociedade”.

“Participar da roda de conversa, inclusive como mediador, foi muito importante porque aprendemos que o racismo não pode ser tratado como algo normal. A escola precisa ser um espaço de respeito e igualdade para todos. Foi uma

oportunidade para refletirmos sobre nossas atitudes e entendermos que combater o preconceito é responsabilidade de cada um de nós”, destacou Adrian Menezes.

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