28/08/2025 10h43

Projeto Educacional Une Arte, Tecnologia e Cultura na Escola Marinete de Souza Lira

A iniciativa uniu arte, tecnologia e criatividade para transformar espaços conhecidos em obras reimaginadas com o auxílio de IA.

A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Marinete de Souza Lira, da Serra, desenvolveu durante o mês de agosto o projeto “Reinterpretando Espaços Locais com Influências das Vanguardas Europeias e Inteligência Artificial”, que tem como objetivo observar as transformações visuais e emocionais que as releituras proporcionam; refletir sobre arte, tecnologia e percepção espacial e estimular a criatividade e o uso de recursos digitais para expressão artística.

A ideia surgiu durante os estudos das Vanguardas Europeias na disciplina de Arte e Patrimônio Cultural, dentro do itinerário de Mídias Digitais, com alunos do 3º ano do Ensino Médio. A inspiração inicial veio da arquibancada do Estádio Estadual Kleber Andrade, que remete ao estilo de Piet Mondrian e despertou a reflexão sobre a possibilidade de reinterpretar outros espaços utilizando Inteligência Artificial (IA).

Foram fotografados locais da escola, bairro, município e Estado, que passaram por processos de edição digital para simular como ficariam com a estética das vanguardas europeias. Ao todo, mais de 50 imagens foram produzidas, envolvendo a comunidade escolar e ampliando o olhar dos estudantes sobre os espaços que habitam diariamente.

O projeto foi finalizado com uma exposição, reunindo as imagens transformadas digitalmente e promovendo o diálogo entre arte clássica, cultura local e inovação tecnológica.

"Esse projeto foi uma oportunidade incrível para unir arte, tecnologia e o olhar criativo dos estudantes. A utilização da Inteligência Artificial possibilitou que os alunos explorassem as Vanguardas Europeias de forma prática e inovadora, sem as limitações físicas de intervir diretamente nos espaços. Foi gratificante ver como eles se envolveram com as releituras, refletindo sobre estética, cultura e o impacto visual e emocional que a arte pode gerar no ambiente em que vivemos”, destacou a professora de Arte e Patrimônio Cultural, Naiara da Silva Borges.

A estudante Graziely da Costa afirmou ter gostado muito da atividade, especialmente por fazê-los pensar sobre o poder transformador da arte: “Foi incrível imaginar e criar esses espaços com cores e formas diferentes, e depois ver o resultado. A gente percebeu que a tecnologia pode ser uma grande aliada para a criatividade."

Já a aluna Sara Orsini destacou o impacto da experiência: “Participar do projeto foi muito legal, porque conseguimos ver os espaços da nossa escola e da cidade de uma forma totalmente diferente. Usar a Inteligência Artificial para transformar os locais com os estilos dos artistas das Vanguardas foi como dar uma nova vida a esses lugares, além de aprender mais sobre arte e tecnologia ao mesmo tempo.”

 

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