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Nesta segunda-feira (26) foram retomadas as atividades presenciais em sala de aula para os alunos do Ensino Fundamental II, conforme cronograma já divulgado pelo Governo do Estado, por meio da … Leia mais
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O governador do Estado, Renato Casagrande, liderou, nesta sexta-feira (23), mais uma reunião da Sala de Situação de Emergência em Saúde Pública, por meio de videoconferência. Foi anunciado que as … Leia mais
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O governador do Estado, Renato Casagrande, assinou, na manhã desta sexta-feira (23), a Ordem de Serviço para a reforma de duas escolas estaduais localizadas no município de Vila Velha. Serão … Leia mais
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Os alunos da Rede Pública Estadual passam a ter acesso às videoaulas do Programa EscoLAR no canal da Secretaria da Educação (Sedu) no YouTube (SeduES) – CLIQUE AQUI E ACESSE – bem como pelo site do … Leia mais
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O Governo do Estado autorizou a construção de duas unidades escolares no município de Vitória. Em solenidades realizadas na manhã desta quinta-feira (22), o secretário de Estado da Educação, Vitor de … Leia mais
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A Secretaria da Educação (Sedu), por meio da Ação Psicossocial e Orientação Interativa Escolar (Apoie), em parceria com a Secretaria da Saúde (Sesa), promovem uma formação sobre os “Sinais e Sintomas … Leia mais
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Os certificados dos cursistas aprovados estão disponíveis para acesso e impressão no Portal Acesso Cidadão.
A Secretaria da Educação (Sedu), por meio do Centro de Formação dos Profissionais da … Leia mais
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De acordo com a Resolução CNE/CEB Nº 8, de 20 de novembro 2012, escolas quilombolas são aquelas localizadas em território quilombola, e este se caracteriza como espaço remanescente dos quilombos, habitado por grupos étnico-raciais, segundo critérios de consciência comunitária, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida. No Espírito Santo, existem comunidades quilombolas certificadas pela Fundação Palmares, e no município de Itapemirim localiza-se a Escola Estadual Quilombola Graúna, de Ensino Fundamental - EEEF Graúna.
A Educação Escolar Quilombola compreende a educação praticada nas escolas quilombolas e nas escolas que atendem estudantes oriundos de territórios quilombolas, cuja proposta pedagógica deve fundamentar-se:
- Na memória coletiva;
- Nas línguas reminiscentes;
- Nos marcos civilizatórios, nas práticas culturais;
- Nas tecnologias e formas de produção do trabalho;
- Nos acervos e repertórios orais;
- Na territorialidade;
- Nos festejos, usos e tradições e demais elementos que constituem o patrimônio cultural das comunidades quilombolas de todo o país (CNE/CEB N°08/2012).
O Art. 59 da Resolução Nº08/2012 CNE/CBE estabelece que "é responsabilidade do Estado cumprir a Educação Escolar Quilombola tal como previsto no art. 208 da Constituição Federal."
Diante disso, o currículo do Espírito Santo para o Ensino Fundamental, aprovado em 2018, reforça a necessidade de uma organização didático-pedagógica própria, que atenda às necessidades dessas comunidades e contextualize as propostas educacionais, considerando as especificidades quilombolas.
Os princípios que regem a Educação Escolar Quilombola são: o respeito e reconhecimento da história e da cultura afro-brasileira como elementos estruturantes do processo civilizatório nacional; a proteção das manifestações da cultura afro-brasileira; a valorização da diversidade étnico-racial; a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, credo, idade e quaisquer outras formas de discriminação; o conhecimento dos processos históricos de luta pela regularização dos territórios tradicionais quilombolas (CNE/CEB N°08/2012).
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A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Angélica Paixão, de Guarapari, vem planejando estratégias que possibilitem o incentivo, interesse e desenvolvimento dos estudantes pela leitura. … Leia mais
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De acordo com a Resolução CNE/CEB Nº 3, de 10 de novembro de 1999 as escolas indígenas são reconhecidas como aquelas localizadas em terras habitadas por comunidades indígenas, ainda que se estendam por territórios de diversos Estados ou Municípios contíguos e de exclusividade de atendimento a comunidades indígenas.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – 9.394/1996), em seu artigo 32°, assegura às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e no artigo 78° estabelece que a educação escolar para os povos indígenas deve ser intercultural e bilíngue, visando a reafirmação de suas identidades étnicas, a recuperação de suas memórias históricas, a valorização de suas línguas e ciências, além de possibilitar o acesso às informações e aos conhecimentos valorizados pela sociedade nacional.
No Espírito Santo, município de Aracruz, há terras indígenas demarcadas e tituladas dos povos Guarani e Tupiniquim, onde está localizada a Escola Estadual Indígena de Ensino Médio Aldeia Caeiras Velha. A organização curricular da escola indígena está amparada no Decreto n° 6.861/2009 que dispõe sobre a Educação Escolar Indígena e na Resolução CNE/CEB n° 03/1999 que fixa as Diretrizes Nacionais para o Funcionamento das Escolas Indígenas. Dessa forma, o currículo da EEIEM Aldeia Caeiras Velha estrutura-se a partir das especificidades dos povos indígenas Guarani e Tupiniquim de modo que a escola seja um local de afirmação da identidade e pertencimento, com respeito às suas temporalidades, tradições, saberes e organização sociocultural desses povos em diálogo constante com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
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