01/04/2026 11h14

Escola da Serra desenvolve atividades interdisciplinares com foco em cultura e raciocínio lógico

A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Marinete de Souza Lira, no município de Serra, desenvolveu, no mês de março, atividades pedagógicas com estudantes do Ensino Fundamental, integrando diferentes áreas do conhecimento por meio de práticas interdisciplinares voltadas à cultura, ao movimento e ao desenvolvimento do raciocínio lógico.

Na disciplina de Educação Física, os estudantes participaram do projeto “Desafio África na Quadra: Jogos e Culturas em Movimento”, conduzido pela professora Camila Lima Lomba Marins. A proposta transformou a quadra da escola em um circuito de desafios inspirados em práticas corporais de diferentes regiões da África, incluindo atividades como corrida do bastão, desafios de equilíbrio e dinâmicas rítmicas.

Além das vivências motoras, os alunos descobriram curiosidades sobre países como Quênia, Nigéria, Angola e África do Sul, ampliando o conhecimento sobre a diversidade cultural do continente africano.

Segundo a professora Camila Lima Lomba Marins, a proposta buscou ampliar o olhar dos estudantes sobre a Educação Física. “Ao trabalhar jogos inspirados em culturas africanas, conseguimos unir movimento, cultura e respeito à diversidade, promovendo uma aprendizagem mais significativa”, destacou.

Já na disciplina de Matemática, estudantes do 6º e 7º ano do Ensino Fundamental, participaram da atividade “Matemática Sem Fronteiras: Explorando o Concurso Canguru 2026”, conduzida pela professora Taisa Ribeiro Viana. A proposta envolveu a resolução de desafios matemáticos, simulações de prova e atividades colaborativas, com foco no desenvolvimento do raciocínio lógico e na interpretação de problemas.

Durante as atividades, os estudantes foram incentivados a explorar diferentes estratégias para resolver os problemas, promovendo a autonomia, o pensamento crítico e a participação ativa. A abordagem lúdica contribuiu para tornar o aprendizado mais dinâmico e acessível.

Segundo a professora Taisa Ribeiro Viana, a prática contribuiu para o engajamento dos estudantes. “Os alunos passaram a demonstrar mais interesse e confiança na resolução de problemas, percebendo a matemática como uma área desafiadora e ao mesmo tempo acessível”, afirmou.

 

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