Escola de Afonso Cláudio promove intercâmbio étnico-racial com estudantes de outras escolas
O Centro Estadual de Ensino Fundamental e Médio Técnico Integrado (CEEFMTI) Afonso Cláudio, no município de Afonso Cláudio, promoveu um intercâmbio étnico-racial envolvendo estudantes de diferentes escolas, com o objetivo de valorizar a cultura afro-brasileira e dos povos originários, integrando as áreas de Filosofia, Química e Tecnologia.
A ação contou com a participação das escolas Escola Municipal Augusta Lamas D’Ávila, Escola Municipal Agrícola, CMEI O Sabidinho Francisco Costa e EEEFM Elvira Barros, com estudantes dessas unidades integrando o intercâmbio.
Inicialmente, os participantes conheceram pigmentos naturais tradicionalmente utilizados em diferentes culturas, como o açafrão, o urucum e o carvão. Durante a atividade, os estudantes realizaram pinturas com esses elementos, refletindo sobre o significado simbólico das cores e dos grafismos presentes nas culturas indígenas e afrodescendentes.
Na sequência, os estudantes foram encaminhados ao Laboratório Maker, onde ampliaram seus conhecimentos sobre os povos originários por meio de uma experiência imersiva com óculos de realidade virtual.
O projeto foi desenvolvido ao longo de todo o mês de abril e foi conduzido pelas professoras das áreas de Filosofia, Lucimar Ramos, e de Química, Sandra Lima de Freitas. A iniciativa teve como objetivo proporcionar uma vivência cultural que valorizasse as culturas afro-brasileira e dos povos originários, além de fortalecer a interação entre os estudantes das escolas envolvidas.
A diretora da Escola Municipal Augusta Lamas D’Ávila, Sandra Raquel Pegnor, afirmou: “A aula sobre os povos originários foi uma experiência extremamente significativa e enriquecedora para todos os envolvidos. De forma dinâmica e envolvente, os alunos puderam ampliar seus conhecimentos, refletindo sobre a cultura, os costumes e a importância histórica desses povos na formação da nossa sociedade. A conexão com a escola de Afonso Cláudio foi um diferencial muito importante nesse processo, pois proporcionou uma troca rica de experiências e saberes”
“Eu gostei de pintar com as tintas feitas de colorau (urucum)e aprendi que não pode pintar a minha cara com as tintas, porque vira fantasia e desrespeita a cultura, mas a professora ensinou sobre respeitar a cultura indígena”, relatou Maria Flor Pires, aluna do 3°ano do Ensino Fundamental, da Escola municipal Algusta Lamas
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