Escola Zuleima Fortes Faria desenvolve projeto interdisciplinar sobre as mulheres negras invisibilizadas
A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Zuleima Fortes Faria, do município de Guarapari, Realizou Ao longo do primeiro trimestre de 2026 O projeto “Heroínas Negras Brasileiras: releituras e protagonismo” Como uma ação interdisciplinar das Áreas de Humanas e linguagens, com o objetivo de promover a valorização da cultura afro-brasileira, destacando em especial a as mulheres negras Historicamente invisibilizadas.
O projeto foi conduzido pelos Professores, Adriano de Jesus Santos, Ana Claudia Pinheiro Dias Nogueira, Daniel da Conceição Paula, Heitor Andrade Amorim, Raquel Sousa Vieira, Rayssa Pinto Rezende, Rosani Nunes de Morais Martins, Sueda Silva Toscano. propondo aos alunos a leitura, interpretação e releitura artística de cordéis a partir do livro Heroínas Negras Brasileiras, de Jarid Arraes — obra adquirida por meio do PROERER (Programa de Equidade Racial da Rede Estadual do Espírito Santo).
A partir disso, os estudantes pesquisaram e reconstruíram as trajetórias de sete mulheres negras de grande relevância histórica: Tia Ciata, Zacimba Gaba, Aqualtune, Laudelina Campos de Melo, Tereza de Benguela, Maria Firmina dos Reis e Carolina Maria de Jesus. A proposta culminou na apresentação artística das biografias, evidenciando o protagonismo dessas mulheres.
Com a articulação entre literatura de cordel, história e expressão artística. Os alunos demonstraram compreensão sobre a importância histórica, social e cultural das mulheres estudadas, reconhecendo seus papéis na construção da sociedade brasileira. Houve ampliação do repertório cultural e desenvolvimento do pensamento crítico acerca das desigualdades raciais e de gênero. Além disso, a proposta favoreceu o protagonismo estudantil, a autonomia e o trabalho colaborativo.
A professora Rayssa Pinto Rezende, afirma “visibilidade a essas vozes é fundamental para que os alunos compreendam que a história não é única, neutra ou completa — ela é construída a partir de diferentes perspectivas”, já a aluna Pyetra Rodrigues de Oliveira, relata “Foi um projeto diferente, e que muitos se esforçaram para fazer. Algumas mulheres eu nunca tinha escutado, e possibilitou conhecer mais afundo algumas histórias, eu vi o outro lado da história”.
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