Estudantes da Serra exploram probabilidade com dados produzidos em impressora 3D
Estudantes da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Marinete de Souza Lira, localizada no município da Serra, participaram de uma atividade pedagógica que integrou conceitos de combinatória e probabilidade ao uso de tecnologias digitais e à cultura maker. A iniciativa, conduzida pelo professor de Matemática Max Sênior da Silva, teve como proposta aproximar os conteúdos matemáticos da experimentação prática por meio da criação de dados em modelagem 3D.
Inicialmente, os estudantes conheceram princípios de contagem e diferentes estratégias de organização de dados, explorando conceitos fundamentais da combinatória. Em seguida, utilizaram a plataforma Tinkercad para desenvolver modelos tridimensionais de dados, aplicando conhecimentos de geometria e visualização espacial durante o processo de criação.
Entre os modelos produzidos pelos estudantes, dois foram selecionados para impressão. Após a fabricação dos dados, os alunos realizaram experimentos de probabilidade em sala de aula, registrando resultados e analisando as ocorrências obtidas durante os lançamentos. A prática permitiu comparar as probabilidades teóricas estudadas em sala com os resultados observados nos experimentos.
Segundo o professor Max Sênior da Silva, a proposta buscou tornar a aprendizagem da Matemática mais concreta e significativa para os estudantes. “Ao criar os próprios dados e utilizá-los para analisar probabilidades, eles conseguiram visualizar na prática conceitos que muitas vezes ficam apenas na teoria”, destacou.
Para a estudante Ana Luiza Barros Caldeira, da 3ª série do Ensino Médio, a atividade possibilitou compreender melhor o conteúdo trabalhado nas aulas. “Foi muito interessante ver um dado que a gente criou no computador virar um objeto real. Depois, quando usamos ele na atividade de probabilidade, ficou muito mais fácil entender como os resultados acontecem”, relatou.
O estudante Gustavo Dias Matos, também da 3ª série do Ensino Médio, destacou o uso da tecnologia durante a atividade. “A aula ficou diferente. Aprendemos matemática usando tecnologia e fazendo experimentos, o que ajudou a entender melhor como funciona a probabilidade”, afirmou.
A atividade também contribuiu para desenvolver habilidades como pensamento lógico, análise de dados, criatividade e colaboração entre os estudantes, reforçando o uso de metodologias que aproximam a Matemática de situações práticas e do universo tecnológico presente no cotidiano.
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