11/05/2026 16h55 - Atualizado em 11/05/2026 17h11

Escola de Vila Velha desenvolve atividades práticas sobre meio ambiente e inclusão social

A Escola Estadual de Ensino Médio (EEEM) Mário Gurgel, de Vila Velha, realizou duas atividades pedagógicas voltadas à conscientização ambiental, à inclusão e à valorização da diversidade. As ações envolveram estudantes em experiências práticas relacionadas ao funcionamento dos ecossistemas, ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) e à Língua Brasileira de Sinais (Libras).

A primeira atividade, desenvolvida com os alunos do 1º ano do Ensino Médio, foi intitulada “Terrários: Ciência Viva em Pequenos Ecossistemas”. A proposta envolveu a criação de terrários e análises de pH e temperatura, permitindo que os estudantes compreendessem, na prática, as condições ambientais necessárias para a manutenção da vida em pequenos ecossistemas e observassem como esses ambientes funcionam e se mantêm em equilíbrio.

A dinâmica foi conduzida pelo professor de Biologia Lucca Campagnaro Maia Lucena e pela professora de Química Sirléa da Rocha Rodrigues. Entre os objetivos da atividade estavam relacionar teoria e prática por meio da experimentação científica, desenvolver habilidades de observação, investigação e análise, além de estimular o trabalho colaborativo e o protagonismo estudantil.

Já o segundo projeto, intitulado “Conscientização, Inclusão e Empatia”, promoveu um ciclo de palestras, vivências práticas e dinâmicas interativas voltadas à conscientização sobre o autismo e à valorização da Libras.

O momento contou com a participação do professor surdo Arnaldo Lino, que ministrou uma palestra sobre a história da comunidade surda, promovendo reflexões sobre cultura, identidade e inclusão. Também foi realizada uma palestra com Mário Lúcio Costa, que abordou o Transtorno do Espectro Autista e destacou a importância do respeito, da empatia e da convivência inclusiva.

Um dos destaques da programação foi a vivência conduzida pela massoterapeuta surdocega Raquel Martins, que compartilhou sua trajetória pessoal e apresentou, de forma prática, a Libras Tátil e a comunicação háptica. Durante a atividade, os estudantes participaram de dinâmicas interativas e puderam experimentar diferentes formas de comunicação.

Segundo a equipe pedagógica de Mário Gurgel, responsável pelo projeto, a ação possibilitou a ampliação do conhecimento dos estudantes sobre inclusão,

diversidade e acessibilidade, indo além do conteúdo teórico. As experiências vivenciadas favoreceram o desenvolvimento da empatia, da escuta sensível e do respeito às diferenças, além de estimular a reflexão crítica sobre a convivência em sociedade.

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