Escola Mário Gurgel desenvolve ações interdisciplinares com metodologias ativas
A Escola Estadual de Ensino Médio (EEEM) Mário Gurgel desenvolveu duas propostas pedagógicas baseadas em metodologias ativas, envolvendo as disciplinas de Química, Matemática e Arte. As propostas tiveram como objetivos o incentivo ao protagonismo estudantil, o desenvolvimento do pensamento crítico, a articulação entre teoria e prática e o uso de metodologias ativas no processo de ensino e aprendizagem.
No componente de Ciências da Natureza, foi realizada a atividade “Ciência que se experimenta, aprende e transforma”, conduzida pelo professor de Química William Lima e pelo professor e PCA de Matemática Marcos Sopeletto. A ação ocorreu durante a eletiva do Ensino Integral, quarta-feira (08), e teve como foco uma aula prática investigativa sobre a composição química do leite.
Os estudantes participaram de uma análise química qualitativa, com a identificação e separação de componentes da mistura, incluindo a extração da proteína caseína. Durante a atividade, foram estimulados a observar fenômenos, levantar hipóteses e relacionar os conteúdos teóricos a situações do cotidiano, em uma abordagem interdisciplinar entre Química e Matemática.
Paralelamente, no componente de Arte, foi desenvolvido o projeto de metodologia ativa “Arte Rupestre na Escola”, sob responsabilidade da professora Joyce Fortes. A proposta teve como objetivo promover uma aprendizagem significativa sobre as primeiras manifestações artísticas da humanidade.
A atividade consistiu na criação de um ambiente imersivo, com a construção de uma “caverna” na sala de aula, utilizando papel kraft e elementos visuais que simulam superfícies e pigmentos naturais. Os estudantes produziram pinturas e desenhos inspirados na arte rupestre, utilizando cores terrosas e representações simbólicas.
O trabalho foi estruturado em etapas investigativas, com base em conteúdos sobre arte pré-histórica e questões disparadoras que incentivaram a reflexão sobre comunicação, memória e expressão humana. A partir dessas discussões, os estudantes elaboraram produções coletivas, relacionando aspectos históricos com suas próprias vivências.
De acordo com os professores envolvidos, as atividades possibilitaram maior engajamento dos estudantes, além da ampliação da compreensão dos conteúdos por meio da experimentação científica e da produção artística.
“A proposta de transformar a sala de aula em uma caverna proporcionou aos alunos uma experiência diferenciada, na qual puderam vivenciar, de forma prática, aspectos da arte pré-histórica. Mais do que reproduzir imagens, os estudantes foram incentivados a refletir, investigar e expressar suas ideias, compreendendo a arte como uma forma de comunicação que atravessa o tempo”, relatou Joyce Fortes.
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