28/04/2026 14h11

Escola Francelina Carneiro Setúbal integra Matemática e cultura africana em atividade envolvendo jogos

A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Francelina Carneiro Setúbal, localizada em Vila Velha, desenvolveu uma atividade pedagógica com estudantes dos 2º anos do Ensino Médio, envolvendo o estudo de jogos africanos tradicionais e a criação de jogos de tabuleiro.

Inicialmente, os alunos participaram de um momento de contextualização histórica e cultural, conhecendo as origens e a importância de jogos como Mancala, Tsoro Yematatu e Shisima nas sociedades africanas. Na sequência, vivenciaram a prática desses jogos e, como culminância, construíram seus próprios tabuleiros, com a orientação da professora, fortalecendo o protagonismo estudantil e a aprendizagem ativa.

A atividade foi realizada ao longo das aulas de Matemática, integrando os conteúdos da disciplina à proposta do Programa de Educação para as Relações Étnico-Raciais (ProERER). A ação teve como objetivo articular o ensino da Matemática à valorização das culturas africanas, promovendo a educação para as relações étnico-raciais, além de desenvolver habilidades cognitivas e sociais por meio de estratégias lúdicas e interdisciplinares.

A professora de Matemática, Rosiane Lisboa, destacou: “A proposta com os jogos africanos trouxe uma nova dinâmica para as aulas. Os alunos aprenderam conceitos importantes de forma leve e participativa, ao mesmo tempo em que ampliaram seus conhecimentos sobre a cultura africana. Foi muito significativo observar o envolvimento deles em todas as etapas, especialmente na construção dos jogos”.

Os estudantes também compartilharam suas percepções sobre a atividade. Beatriz Couto Vutkovsky afirmou: “Os jogos são muito interessantes e ajudam a desenvolver estratégia e raciocínio. A gente aprende a pensar nas jogadas, analisar o outro jogador e também a ter mais paciência. Além disso, foi uma forma muito legal de conhecer e aprender sobre a cultura de outros povos”.

Já o aluno Nick Borges Gundim Santos Francisco ressaltou: “Achei a proposta muito produtiva e interessante. Trazer os jogos africanos para a sala de aula é uma oportunidade de combater o racismo e valorizar a cultura negra e sua resistência. O jogo também incentiva a competitividade e envolve a Matemática de forma dinâmica, dentro de um contexto cultural”.

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