Aula de Biologia utiliza impressão 3D para estudar evolução humana em Vila Velha
Estudantes das turmas 3ªIM01 e 3ªIM02 da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Judith da Silva Goes Coutinho, localizada em Vila Velha, participaram, na última segunda-feira (04), de uma aula prática de Biologia sobre evolução humana, utilizando anatomia comparada de fósseis e modelos de crânios de hominídeos impressos em 3D.
A atividade foi conduzida pelo professor de Biologia Berthil Borges Longo e teve como objetivo promover o estudo da linhagem evolutiva humana por meio da associação entre tecnologia de impressão 3D e conceitos de evolução.
A aula foi organizada em três etapas. Na primeira, os estudantes realizaram observação morfológica tátil e visual de exemplares de crânios de hominídeos em tamanho real, registrando características como volume craniano, projeção da face e outros aspectos observados durante a análise.
Na segunda etapa, os alunos utilizaram uma árvore filogenética com recorte de 5 milhões de anos para responder a questões sobre coexistência de espécies, ancestralidade, migrações globais e ramos extintos da linhagem humana.
A etapa final envolveu pesquisa digital com uso de Chromebooks, abordando o desenvolvimento tecnológico e biológico ao longo da evolução humana. Os estudantes investigaram temas como indústrias líticas, domínio do fogo, mudanças na dieta, redução da face e expansão do cérebro humano.
Segundo o professor de Biologia Berthil Borges Longo, a proposta foi inspirada em uma experiência vivenciada durante sua formação acadêmica. “A atividade foi pensada a partir de uma experiência positiva que tive durante a graduação na Ufes, em que o professor de evolução utilizou imagens e modelos de fósseis para que fossem comparados. Eu quis gerar o mesmo impacto que tive naquela época e que carrego comigo até hoje”, contou o professor.
O professor também destacou o uso da tecnologia na preparação dos materiais. “O acesso a tecnologias atuais, como as impressoras 3D, possibilitou a impressão de exemplares detalhados e em tamanho real, obtidos de museus por meio de escaneamento 3D e disponibilizados na internet”, explicou.
A estudante Ana Vitória Souto Rodrigues Ferreira, da turma 3ªIM02, relatou que o contato com os crânios impressos em 3D contribuiu para a compreensão do conteúdo. Ela também destacou o trabalho em grupo e a comparação entre os modelos como elementos que favoreceram a aprendizagem.
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