27/03/2026 10h40

Escola José Damasceno Filho realiza atividade com metodologia World Café em Língua Portuguesa

A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) José Damasceno Filho, localizada em Baixo Guandu, desenvolveu uma atividade pedagógica baseada na metodologia ativa World Café, com estudantes da 1ª série do Ensino Médio, com foco na recomposição das aprendizagens em Língua Portuguesa. A proposta teve como objetivo trabalhar a variação linguística e promover reflexões sobre o uso da língua em diferentes contextos sociais.

Durante a atividade, os estudantes foram organizados em mesas temáticas, nas quais participaram de rodadas de discussão orientadas por situações-problema. Cada grupo contou com um estudante anfitrião, responsável por acolher os colegas, apresentar as ideias já discutidas e sistematizar as contribuições, enquanto os demais participantes circulavam entre as mesas, ampliando e aprofundando as reflexões.

A metodologia favoreceu a participação ativa dos estudantes e estimulou habilidades como oralidade, argumentação, escuta ativa e pensamento crítico, além de promover maior engajamento nas aulas. Ao longo das discussões, os alunos analisaram diferentes contextos de uso da língua e refletiram sobre a legitimidade das diversas formas de expressão linguística presentes na sociedade.

De acordo com o professor Bruno Henrique Castro de Sousa, responsável pela atividade, a proposta contribuiu para tornar o processo de aprendizagem mais significativo. “A aplicação da metodologia World Café surgiu da necessidade de tornar a aprendizagem mais significativa para os estudantes, especialmente em um contexto em que precisamos resgatar habilidades e reconstruir sentidos para o aprender. Ao trabalhar a variação linguística e o preconceito linguístico por meio do diálogo e da escuta, foi possível perceber não apenas a compreensão dos conteúdos, mas uma mudança de postura dos estudantes diante da linguagem e do outro”, destacou.

Entre os estudantes, a atividade também gerou reflexões importantes. O aluno Arthur Quemelli Scherrer ressaltou: “Eu nunca tinha parado para pensar que a forma como a gente fala pode sofrer preconceito. A atividade fez a gente perceber que não existe uma única forma certa de falar, depende do lugar e da situação.”

A aluna Gabrielly Ramos Salla também comentou sobre sua experiência: “Ser anfitrião foi uma responsabilidade, porque tive que explicar para os outros grupos o que já tinha sido discutido. Isso ajudou a entender melhor o conteúdo.”

 

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