Sedu aprova oferta do Ensino Médio em escola quilombola
A Secretaria da Educação (Sedu) publicou, nesta quinta-feira (11), no Diário Oficial do Estado, a aprovação da oferta do Ensino Médio na modalidade de Educação Escolar Quilombola na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Graúna, localizada no município de Itapemirim. A medida foi autorizada pelo Conselho Estadual de Educação (CEE-ES), conforme o Parecer CEE-ES nº 9.606/2025, aprovado em Sessão Plenária no dia 18 de novembro.
Com a deliberação, a unidade está autorizada, a partir de 2026, a ofertar 120 vagas anuais, no turno matutino, destinadas ao Ensino Médio específico para estudantes quilombolas.
O secretário de Estado da Educação, Vitor de Angelo, destacou que a aprovação integra as ações do Governo do Estado para garantir que todas as etapas e modalidades de ensino contemplem a diversidade existente na Rede Pública Estadual, promovendo aprendizagens significativas e assegurando oportunidades formativas que respeitem e dialoguem com a realidade de cada estudante.
“O fortalecimento da Educação Quilombola no Espírito Santo é motivo de grande celebração para toda a Rede. A aprovação da oferta de Ensino Médio na Escola Graúna representa um avanço concreto na garantia do direito à aprendizagem para estudantes quilombolas, com respeito à sua história, identidade e território. Seguimos comprometidos em ampliar políticas que promovam equidade e assegurem que cada estudante encontre na escola um espaço de pertencimento e desenvolvimento”, afirmou Vitor de Angelo.
Já a gerente de Educação Antirracista, do Campo, Indígena e Quilombola, Aline de Freitas, ressaltou que a escola atende jovens da comunidade local e que, com a nova oferta, passa a fortalecer práticas pedagógicas que reconhecem e valorizam as identidades, tradições e saberes quilombolas.
“A aprovação da oferta do Ensino Médio Quilombola na Escola Graúna é um marco importante para a comunidade e para a Rede Estadual. Esse passo reafirma o compromisso de garantir uma educação que respeita e valoriza as identidades, os modos de vida e os conhecimentos tradicionais dos estudantes quilombolas. Estamos fortalecendo práticas pedagógicas que dialogam com o território e reconhecem a potência cultural dessas comunidades, assegurando que a escola seja um espaço de pertencimento, autonomia e construção de futuro”, contou Aline de Freitas.
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