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Escola estadual de Vila Velha utiliza tecnologia para diversificar experiências de aprendizagem

Publicado em: 28/10/2026 15h43 - Atualizado em: 28/10/2026 15h44
Escola estadual de Vila Velha utiliza tecnologia para diversificar experiências de aprendizagem

A Escola Estadual de Ensino Médio (EEEM) Mário Gurgel, em Vila Velha, desenvolveu, em outubro, duas iniciativas que utilizaram recursos tecnológicos para ampliar as oportunidades de aprendizagem. As ações envolveram a criação de um jogo da memória digital com inteligência artificial nas aulas de Língua Portuguesa e a instalação de um planetário móvel na escola, com atividades de Astronomia e Ciências da Natureza.

Uma das iniciativas foi a chegada de uma experiência educativa e imersiva, chamada Urânia Ciências da Natureza, à escola, nos dias 26 e 27 de outubro. Por meio de um planetário móvel com projeção em 4K, os estudantes participaram de sessões imersivas sobre temas como Universo, animais, plantas, ecossistemas, corpo humano, oceanos, fenômenos naturais, matéria, energia, meio ambiente e clima.

A programação também contou com a presença de astrônomos e especialistas e contemplou estudantes dos turnos matutino, vespertino e noturno, incluindo a Educação de Jovens e Adultos (EJA) e turmas do 9º ano da Escola Vasco Alves, localizada em Terra Vermelha.

“A experiência permitiu explorar temas que vão do Universo ao meio ambiente, despertando perguntas e curiosidades que podem ser retomadas nas aulas. Foi muito importante organizar a ação para que os estudantes dos três turnos pudessem participar”, afirmou a professora de Física Edmara Mathias Santos, responsável pela iniciativa em parceria com a equipe gestora e a PCI Caroline Ferreira Mello. A coordenadora pedagógica Sarah Cotta Zanardo Aureliano também ressaltou a importância de oferecer a experiência aos alunos da EJA.

Já nas aulas de Práticas de Formação e Aprofundamento (PFA) de Língua Portuguesa, o professor Acácio Ferreira desenvolveu, com o apoio do Google AI Studio, um jogo da memória digital voltado à recomposição das aprendizagens. A proposta partiu da necessidade de fortalecer a habilidade de inferir o sentido de palavras e expressões a partir do contexto, percebida nos alunos.

Segundo a professora coordenadora de inovação (PCI), Caroline Ferreira Mello, a prática demonstra como jogos e ferramentas digitais podem apoiar o trabalho pedagógico quando utilizados com intencionalidade.

 

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